O Rito Moderno, que é fruto da Maçonaria Francesa, entende que o maçom
deve ter a faculdade de pensar livremente, de trabalhar para o bem-estar social
e econômico do cidadão, de defender os direitos do homem e uma melhor
distribuição de rendas. Essa tendência filosófica humanista é que parece
contrapor-se aos aspectos de religião cultual.
O Rito Moderno
não considera a Maçonaria como uma Ordem Mística, embora seus três primeiros
graus estejam impregnados da mística das civilizações antigas. A busca da
verdade, transitória e inefável, realiza-se pelo aprendiz na intuição, pelo
companheiro na análise e pelo mestre na síntese, num processo evolutivo e
racional. Os padrões do pensamento da Maçonaria
Francesa são racionais e científicos, e se prendem à época moderna, ao
Humanismo.
A síntese dos
debates da Assembleia em 1876, que levaram à resolução de 1877, mostra bem, que:
- ”A franco-maçonaria não é deísta, nem é ateia, nem sequer positivista. A
instituição que afirma e pratica a solidariedade humana, é estranha a todo
dogma e a todo credo religioso. Tem por princípio único o respeito absoluto da
liberdade de pensamento e consciência. Nenhum homem inteligente e honesto
poderá dizer, seriamente, que o Grande Oriente de França quis banir de suas
lojas a crença em Deus e na imortalidade da alma quando, ao contrário, em nome
da liberdade absoluta de consciência, declara, solenemente, respeitar as
convicções, as doutrinas e as crenças de seus membros”.
“O Rito Moderno
mantém-se tolerantemente imparcial, ou melhor, respeitosamente neutro, quanto à
exigência, para os seus adeptos, da crença específica em um Deus revelado, ou
Ente Supremo, bem como da categórica aceitação existencial de uma vida futura;
nunca por contestante ateísmo materialístico, mas unicamente, pelo respeito
incondicional ao modo de pensar de cada irmão, ou postulante. Demonstra apenas,
a evolução das crenças estimulando os seus seguidores ao uso da razão, para
formar a sua própria opinião. Procura ensinar que a ideia de Deus resulta da
consciência e que as exteriorizações do seu culto não passam de um sentimento
íntimo, que se pode traduzir das mais diversas maneiras.”
O Rito Moderno
não admite a limitação do alcance da razão, pelo que desaprova o dogmatismo e
imposições ideológicas e, por ser racionalista e, portanto, adogmático,
propugna pela busca da Verdade, ainda que provisória e em constante mutação. A
filosofia do Rito se opõe a qualquer espécie de discriminação. A não admissão
de mulheres dá-se em decorrência de tratados e não da natureza do Rito. O Rito emprega SS∴, TT∴ e PP∴ para cada grau; desenvolve as cerimônias por meio de
fórmulas misteriosas e emblemáticas dentro dos Templos, com símbolos da
construção universal; usa no primeiro Grau a Câmara das Reflexões para o
neófito, desenvolve na iniciação o cultivo da Moral, da Frat∴ e da Tolerância e explica
as viagens simbólicas; no 2º Grau glorifica, na cerimônia iniciática, o trabalho
e o emprego das respectivas ferramentas e o aprimoramento das ciências e das
artes; no 3º Grau adota a lenda de Hiram e a sua analogia com o princípio
científico que a vida nasce da morte.
Tudo isso se contém nos três Graus simbólicos
do Rito Francês ou Moderno, com exceção da afirmação dogmática. Evidentemente
assim é porque o Rito é agnóstico, o que, aliás, não contraria a cânone citado
no – “Livro das Constituições” de Anderson, solenemente aprovado como
codificação da Lei Maçônica em 17 de janeiro de 1723 pelos Maçons ingleses e
ainda hoje obedecido em todo o mundo maçônico regular.
Em 1877, a
Assembleia Geral do Grande Oriente de França decidiu suprimir o preceito até
então proclamado como o princípio fundamental da Maçonaria: a crença em Deus e
a imortalidade da alma. Essa supressão, vitoriosa, obrigou o Grande Colégio dos
Ritos a reformular os Rituais, o que só ocorreu em 1886, porque foram muitas as
resistências a vencer. A supressão daquele princípio fundamental produziu o
abandono da fórmula: “A Glória do Grande Arquiteto do Universo”, bem como à
retirada da Bíblia do Altar dos Juramentos.
A Constituição do Grande Oriente de França, após a reforma de 1877, estabelece
em seu art. 1.º, depois de definir os objetivos e princípios da Instituição: “A
Franco-Maçonaria, considerando que as concepções metafísicas são do domínio
exclusivo da apreciação individual de seus membros,.recusa-se.a.qualquer.afirmação.dogmática”.
Em homenagem ao Grande Oriente de França, convém deixar bem claro os motivos
por que ele operou essa reforma. Sua atitude não traduziu, como poderia
parecer, reação ao Sillabus, o código de intolerância do Papa Pio IX,.decretado.em.dezembro.de.1864.
O.Grande.Oriente.não.passou.da.posição.deísta.para.a.posição.ateia. Absolutamente. Não se impunha ateísmo a ninguém. O voto n.º 9, em
virtude do qual a Assembleia suprimiu aquela afirmação dogmática de crença em
Deus e na imortalidade da alma, tem a sua genuína interpretação nos Boletins do
Grande Oriente de França, dos anos de 1876.e.1877..No.Boletim.de.1876,.a.pág..373,.se.lê:
“Só a má fé pode assimilar a supressão, que se pretende, a uma negação da
existência de Deus e da imortalidade da alma. Pleiteamos, sim como bases
exclusivas da Franco-Maçonaria a solidariedade humana e a liberdade de consciência,
mas essas bases comportam a crença em Deus e em uma alma imortal, tanto quanto
autorizam o materialismo,.o.positivismo.ou.qualquer.outra.doutrina.filosófica”.
No mesmo Boletim de 1876, a pág. 378, se diz: “A Franco-Maçonaria não é deísta,
nem ateia, nem mesmo positivista. Como instituição, afirmando e praticando a
solidariedade humana, ela é estranha a todo dogma e a todo e qualquer credo
religioso. Ela tem por princípio único o.respeito.absoluto.à.liberdade.de.consciência.
Em matéria de fé, ela não afirma nem nega. Ela respeita de modo igual, todas as
convicções, doutrinas e crenças sinceras. Assim, as portas de nossos Templos se
abrem diante do protestante, como diante do católico, diante do muçulmano como
diante do cristão, diante do ateu como diante do deísta, desde que sejam homens
de bem”.
A.página.380.do.mesmo.Boletim.de.1876.se.acentua:
“Nenhum homem inteligente e honesto
poderá dizer seriamente que o Grande Oriente de França quis banir de suas Lojas
a crença em Deus e na imortalidade da alma, quando, ao contrário, em nome da
liberdade absoluta de consciência, ele declara solenemente respeitar as
convicções, as doutrinas e as crenças de seus membros. Nós não afirmamos nem
negamos nenhum dogma, para nos mantermos fiéis aos nossos princípios e à
prática da solidariedade humana. Se convém aos Grandes Orientes estrangeiros
nos caluniar, deturpando nossos pensamentos e.desnaturando.nossos.sentimentos,.que.o.façam:.são.livres”.
Em 1877, quando a Assembleia ainda debatia o assunto, proclamava-se.(Boletim,.pág..243):
“Deixemos aos teólogos o cuidado de discutir os dogmas. Deixemos às igrejas
totalitárias o cuidado de formular os Syllabus. Mas que a Maçonaria se torne o
que deve ser: uma instituição aberta ao progresso, a todas as ideias morais e
elevadas, a todas as aspirações largas e liberais. Que ela não desça jamais à
arena ardente das discussões teológicas, que não têm trazido senão dissensões e
perseguições. Que ela se guarde de querer ser uma Igreja, um Concílio, um
Sínodo! Porque todas as Igrejas, Concílios e Sínodos têm sido violentos e
perseguidores, porque o dogma é, por sua natureza, inquisidor.e.Intolerante..Que.a.Maçonaria.paire,.pois,.majestosamente, acima de todas as questões de igrejas ou de seitas; que
ela sobreleve do alto, todas essas discussões; que ela se torne o vasto abrigo,
sempre aberto a todos os espíritos generosos e bravos, a todos os perquiridores
conscienciosos e desinteressados da verdade, a todas as vítimas,.enfim,.do.despotismo.e.da.intolerância”.
A Moção, que adotou o voto n.º 9, supressivo, consta, finalmente, a fls. 248 do
Boletim de 1877: “A Assembleia, considerando que a Franco-Maçonaria não é uma
religião, não pode, por consequência, afirmar em.sua.Constituição.doutrinas.ou.dogmas”..(6).
O texto aprovado estabelecia: “A Franco-Maçonaria, instituição inteiramente
filantrópica e progressista, tem por objetivo a procura da verdade, o estudo da
moral universal, das ciências e das artes e o exercício da beneficência. Tem
por princípios a liberdade absoluta de consciência e a solidariedade humana.
Não exclui ninguém por suas crenças. Tem por divisa: Liberdade, Igualdade e
Fraternidade”, (“Les Francs-Maçons”, de Serge Hutin, ed. 1960, pág. 109,
coleção “Le Temps qui court”). É curioso assinalar-se que a aprovação se deu, após
um discurso muito aplaudido do Ir:. Desmons, que não era livre pensador, mas um
pastor protestante.
Os
Landmarks tradicionais continuam observados pelo Rito Francês ou Moderno. Senão
vejamos: Os processos de reconhecimento; a divisão da Maçonaria Simbólica em
três graus; a Lenda de Hiram; a congregação dos Maçons em Loja; o governo da
Loja por um Venerável e dois Vigilantes; a Loja estará a coberto quando
reunida; os direitos de representação e de recurso assegurados aos Irmãos; o
direito de visitação; a trolha ao visitante desconhecido; a proibição de uma
Loja imiscuir-se em assuntos de outra ou conferir grau a Irmão de outra Loja; a
submissão do Maçom à Lei Maçônica de seu Oriente; somente homens livres,
maiores e isentos de defeitos físicos podem ser candidatos à iniciação; a
igualdade dos Maçons em Loja, não influindo a situação profana; a conservação
secreta dos sinais, palavras e toques e o uso dos símbolos como fontes de
ensinamento moral.
·
No grau 1. O juramento é
sobre a Constituição; o candidato não ajoelha. Define-se a Maçonaria como uma
instituição, cujos princípios são: a Tolerância, o Respeito Mútuo e a Liberdade
de Consciência. Sua divisa: Liberdade, Igualdade e Fraternidade. Não há Bíblia,
nem outro L∴
S∴,
nem preces, nem se invoca o.G∴A∴D∴U∴;
·
No grau 2. Faz-se a
glorificação do trabalho, mas a letra G é gravitação, gênio, geometria, e a
Estrela Flamejante e simboliza a estrela polar ou o astro do livre pensamento;
·
No grau 3. A acácia não é a
imortalidade. Ela significa que a vida tira seus elementos da morte e lembra a
renovação social pela liberdade, que sucede à opressão;
·
No grau 7. Não há referência
a Jesus. A Palavra Perdida é a trilogia da Revolução Francesa;
·
No grau 8. Zela-se pela
Ritualística e Filosofia do Rito;
·
No grau 9. Faz-se parte da
administração do Rito em todo o território nacional com mandato sobre os
Grandes Conselhos Estaduais;
·
Nos.Rituais.especiais,.o.mesmo.sentido.agnóstico;
·
Na.inauguração.do.Templo,.invoca-se.a.Verdade,.a.Razão.e.a.Justiça;
·
Na confirmação do casamento,
considera-se a cerimônia como um contrato, visando.a.perpetuação.da.espécie;
·
Na pompa fúnebre: não há
afirmação da imortalidade do espírito, nem.a.invocação.do.G∴A∴D∴U∴.e.se.diz.que.“o.corpo,morto,.vai.contribuir.ao.desenvolvimento.da.vida.vegetal”.
***Sobre
a iniciação de “somente homens livres, maiores e isentos de defeitos físicos”,
Dogma e Landmarks no Rito Moderno, ao final da apresentação insiro comentários mais
profundos a respeito.
Nos
Rituais vigentes do Rito Francês ou Moderno não há liturgia, porque não há
cerimônia religiosa. Os Ritos podem compreender cerimônias religiosas e não
religiosas. Segundo Jules Boucher, em seu conhecido livro “La Symbolique Maçonnique”,
Rito é, em Maçonaria, “a codificação. de.certas.cerimônias..É.o.cerimonial”.
Nos seus Rituais vigentes, O
Rito Francês ou Moderno é um Rito, sem as práticas religiosas de um culto. Seus
Rituais contêm as regras ou preceitos, com os quais se realizam as cerimônias e
se comunicam os SS∴, TT∴, PP∴ e demais instruções secretas dos graus.
No
Rito Moderno, estudamos que o maçom, fiel ao espírito da própria Instituição, tem uma tríplice caminhada a percorrer, passando por três
estados: o Místico, o Metafísico e o Científico, uma vez que nós, maçons,
estamos ligados ao próprio destino da Humanidade.
Dependendo do grau em que a Loja esteja
trabalhando, varia a posição do esquadro e do compasso sobre o Livro da Lei: no
grau de Aprendiz Maçom, o esquadro é colocado sobre o compasso, com seus ramos
ocultando as hastes deste; no de Companheiro, eles os instrumentos estão
entrecruzados, com um dos ramos do esquadro ocultando uma haste do compasso,
enquanto a outra haste deste cobre o outro ramo daquele; no de Mestre, o
compasso é colocado sobre o esquadro, com suas hastes ocultando os ramos deste..Nos ritos místicos, esotericamente, o compasso
representa o espírito e o esquadro simboliza a matéria.
Assim, no
Aprendiz, ainda imperfeito, a materialidade suplanta a espiritualidade; no
Companheiro, há um equilíbrio entre a espiritualidade e a materialidade; e,
finalmente, no Mestre, há o triunfo do espírito sobre a matéria.
No racional
Rito Moderno, todavia, a interpretação é outra: no grau de Aprendiz, as hastes
do compasso, presas sob o esquadro, representam a mente, ainda subjugada pelos
preconceitos e pelas convenções sociais, sem a necessária liberdade para
pesquisar e procurar a Verdade; no grau de Companheiro, onde é libertada uma
das hastes, há a demonstração de que o maçom já tem certa liberdade de
raciocínio e está no caminho da Verdade; no grau de Mestre, as hastes do
compasso --- que é o símbolo do conhecimento --- livres, mostram que o Mestre é
aquele que tem a mente totalmente livre, para se dedicar ao trabalho de
construção do edifício moral e
intelectual da humanidade.
Para os ritos teístas, a verdade, simbolizada pelas
hastes livres do compasso, é a Verdade Divina, o atributo da mais alta
espiritualidade, só reconhecido na divindade, enquanto a verdade simbolizada
pelas hastes presas do compasso é a Verdade humana, demonstrada como
imperfeita, rústica, instável e subjugada pelos preconceitos. Para o Rito
Moderno, a verdade contida nas hastes do compasso é a Verdade sempre renovada
da evolução científica, do raciocínio livre e do espírito crítico, que dá, ao
Homem, a liberdade de escolher os seus padrões morais e espirituais, sem o
paternalismo que lhe mostre uma verdade estática e imutável, transformada em
transcendental e, por isso mesmo, enigmática e inacessível.
Afinal, o que é a Verdade? Ninguém, até hoje,
respondeu a essa pergunta. Se a verdade do homem é, ainda, uma incógnita, como
se pode estabelecer o teor da verdade divina, se Deus, segundo todas as
teologias, é o Infinito Incognoscível?
Mostra ainda, o Rito Moderno, que ele não elimina o conceito de
divindade, mas também não o impõe.
Ele apenas
respeita a liberdade de consciência do Homem e o seu raciocínio crítico,
rejeitando os paradigmas impostos por homens falíveis, que, em nome de suas
crenças místicas, pretendem se arvorar em arautos e intérpretes da Vontade e da
Verdade de Deus.
*** O Rito Moderno na visão do SCRM – Supremo
Conselho do Rito Moderno.
Denomina-se de Rito
Maçônico um conjunto sistemático de cerimônias e ensinamentos maçônicos que
variam de acordo com o período histórico, conotação, objetivo e temática dada
pelos seus criadores.
Enquanto a
instituição maçônica tem suas raízes solidamente fincadas num remotíssimo
passado, deixando o seu marco em cada etapa da marcha da humanidade, firmando
assim a sua tradição, os Ritos, como forma de trabalho tem vida relativamente
efêmera, transitória e são modificados ou substituídos em cada fase, sofrendo
as modificações do tempo e das influências das transformações sociais de cada
época.
Dentro desse quadro
situa-se o Rito Moderno. Rito difícil de ser praticado dentro das diretrizes
que lhe são traçadas, uma vez que há de dirigir seus passos em direção ao campo
cientifico da formação do Homem do futuro. Acusado injustamente de ateísmo, foi
criado em Paris em 1761, constituído em 24 de dezembro de 1772 e proclamado em
09 de março de 1773 pelo Grande Oriente da França, com três câmaras, pelo
Grão-Mestre da maçonaria Francesa Filipe de Orleans, Duque de Chartres, o Rito
Moderno logo passou a ser praticado na França, na Holanda, na Bélgica, nas
colônias Francesas, em Portugal, na Espanha e em diversos países. O Rito
Moderno se estabeleceu no Brasil a partir de 1801, na mesma época em que
surgiram as primeiras lojas maçônicas regulares do país.
No Rito Moderno,
negamos toda afirmação dogmática e o fazemos para não limitar a liberdade de
pensamento e de consciência dos integrantes do Rito. O Rito Moderno entende que
o maçom deve ter a faculdade de pensar livremente. O Rito Moderno não admite a
limitação do alcance da razão, pelo que desaprova o dogmatismo e imposições
ideológicas em seus trabalhos. Por ser racionalista, se mantém equidistante de
todos os dogmas, inclusive do Agnosticismo, que também é um dogma.
“DOGMA”:
Ponto fundamental e indiscutível de uma doutrina religiosa; “DOGMATISMO”:
Doutrina que afirma a existência de verdades certas e que se podem provar;
“ADOGMATISMO”:
Orientação filosófica que se opõe as doutrinas formalmente estabelecidas.
Adogmático, “O Rito
Moderno mantêm-se tolerantemente imparcial, ou melhor, respeitosamente neutro,
quanto à exigência para seus adeptos, da crença específica em um Deus revelado,
ou Ente-Supremo, bem como da categórica aceitação existencial de uma vida
futura; nunca por constante ateísmo materialístico, mas, unicamente, pelo
respeito incondicional ao modo de pensar de cada Irmão, ou Postulante.
Demonstra, apenas, a evolução das crenças, estimulando seus seguidores ao uso
da Razão, para formar sua própria opinião. Procura ensinar que a ideia de Deus
resulta da consciência e que a exteriorização do seu culto não passa de um
sentimento íntimo, que se pode traduzir de várias maneiras. Indica como dever
aos maçons: o aperfeiçoamento pela análise de todas as ideias liberais,
igualitárias e generosas; a elevação do espírito à concepção de uma incessante
orientação progressista; e a plena conscientização do papel coletivo, que deve
desempenhar na Terra, o Homem Permanente e Impessoal, de que a Ordem Maçônica é
a personificação.”
Sabemos que o
número de Landmarks varia de 3 até 54, dependendo a quem pertença a
classificação feita. Sabemos que na América Latina, a classificação de Mackey,
tem sido a mais utilizada, mas, em seu último item dita sobre a
inalterabilidade dos Landmarks que lhe antecedem, o que soa um tanto soberano e
arrogante. Afinal, e tal como o Irmão Antonio Onias Neto, refletindo sobre
isso, fez a seguinte pergunta, repito-a: “Teria sido Mackey o ungido de Deus?”
Vejamos o que escreveu o Irmão Onias neto sobre os Landmarks no Rito Moderno:
“A própria Grande Loja Unida da Inglaterra nunca relacionou ou citou uma
determinada classificação de Landmark. Ela aceita como Landmarks os Antigos
Deveres citados na Constituição de Anderson. O que ela fez foi citar os oito
pontos que exige para reconhecimento de uma Potência Maçônica, que nós
aceitamos, pois o Grande Oriente do Brasil tem Tratado de Amizade e
Reconhecimento com ela... O Rito Moderno, coerente com seus princípios aceita
como mais concernente à compilação de Findel, que é a seguinte: 1.- A obrigação
de cada Maçom de professar a religião universal em que todos os homens de bem
concordam. (praticamente transcrevendo as Constituições de Anderson, primeiro
documento oficial da moderna Maçonaria) 2. – Não existem na Ordem diferenças de
nascimento, raça, cor, nacionalidade, credo religioso ou político. 3. – Cada
iniciado torna-se membro da Fraternidade Universal, com pleno direito de
visitar outras Lojas. 4. – Para ser iniciado é necessário ser homem livre e de
bons costumes, ter liberdade espiritual, cultura geral e ser maior de idade. 5.
– A igualdade dos Maçons em Loja. 6. – A obrigatoriedade de solucionar todas as
divergências entre os Maçons dentro da Fraternidade. 7. – Os mandamentos da
concórdia, amor fraternal e tolerância; proibição de levar para a Ordem
discussões sobre assuntos de religião e política. 8. – O sigilo sobre os
assuntos ritualísticos e os conhecimentos havidos na Iniciação. 9. – O direito
de cada Maçom de colaborar na legislação maçônica, o direito de voto e o de ser
representado no Alto Corpo.
Na opinião do
Irmão Onias Neto, praticamente não cabem ressalvas na relação de Findel, o que
a torna aceitável em virtude de se coadunar com o que eles entendem por
Landmark. Temos a preocupação de garantir essa liberdade e Permitir, a cada um dos
membros, acreditar no principio criador que lhe convier, sempre respeitando a
crença de qualquer outro.
De maneira Global, o Supremo
Conselho do Rito Moderno, reconhecido legalmente pelo Grande Oriente do Brasil
através de Tratado de Reconhecimento, que trabalha no Grau 9-Cavaleiro da
Sapiência, tem o âmbito de atuação Nacional e Internacional. Nos Estados há os
Grandes Conselhos Estaduais, que funcionam com o grau 8-Cavaleiro da Águia
Branca e Preta e dentro de cada um deles há os Sublimes Capítulos Regionais que
trabalham nos graus 4 ao 7-Eleito, Escocês, Cavaleiro do Oriente e da Espada e
Cavaleiro Rosa-Cruz.
***O EVOLVER DO DEFEITO FÍSICO NAS CONSTITUIÇÕES DO GOB.***
A Constituição do Grande Oriente do Brasil sofreu
contínuos aprimoramentos ao longo dos anos, resultado do estudo e pesquisa de
maçons abnegados, interessados na evolução da maçonaria como um todo e do GOB
em particular. Por isso, a eliminação da referência a uma listagem de
Landmarks, em detrimento de outros autores, ocorreu na década de 90. Dessa
maneira, não se pode usar qualquer artigo dos Landmarks de Mackey para basear
uma decisão. Hoje, os Landmarks possui somente valor histórico, mas perderam,
oficialmente, o caráter de lei maior imutável da maçonaria gobiana, fato
desconhecida da maioria dos maçons.
Percebe-se que, face ao esforço de estudiosos e
teóricos da maçonaria brasileira, esta trilha a senda da evolução e
apresenta-se aqui o concernente aos requisitos para admissão na ordem
constantes nas Constituições do GOB:
1975: Art. 5º, parágrafo 1º, inciso d) Não ter defeito
físico que o impeça de cumprir os deveres maçônicos ou de praticar o cerimonial
litúrgico;
1990: Art. 29, parágrafo 1º, inciso IV – ser hígido e não
ter defeito físico que o impeça de praticar atos de ritualística maçônica.
2007-2012: Art. 27, parágrafo 1º, inciso I – ser do sexo
masculino e maior de 18 anos, ser hígido e ter aptidão para a prática dos atos
de ritualística maçônica. Percebe-se claramente a evolução e progresso da
Maçonaria Brasileira, e a possibilidade de nova interpretação dos requisitos de
saúde, mais afeita aos moldes ingleses, onde não há restrições a pessoas com
deficiências. A expressão “defeito físico” foi abolida. Ser hígido, por
definição: são, saudável, que desfruta de boa saúde. Isso não exclui boa parte
dos deficientes físicos que podem sustentar a si e a sua família.
A outra exigência presente neste inciso, aptidão para
os atos de ritualística maçônica, é de interpretação dúbia: uma mente obtusa,
intolerante, preconceituosa é muito menos apta para a prática dos atos de
ritualística maçônica do que uma pessoa com deficiência. Nas outras potências
regulares e reconhecidas pelo GOB que aceitam deficientes, um cego, surdo ou
cadeirante têm direito de adaptar o ritual de iniciação conforme suas
necessidades. Em indagações sobre as práticas estrangeiras, habituados a verem
deficientes serem iniciados, os maçons questionados respondiam que as
adaptações são simples dependendo da deficiência apresentada. Em pouco se muda
o ritual, a não ser que se acredite que os sinais, marchas e toques, ao invés
de um símbolo e meio de instrução, sejam passes de mágica, corrente de fato
seguida por parte minoritária dos maçons.
Analisando-se a mudança dos quesitos de ingresso,
pode-se aventar duas possibilidades. A primeira e de acordo com o que prega a
doutrina maçônica, de que os legisladores de 2007 tentaram permitir a aprovação
de deficientes ao remover a referência a defeito físico e deixaram a cargo das
lojas a decisão sobre quem pode ser aceito. A segunda possibilidade, inescusável
se esta foi a intenção, de dourar a pílula do preconceito ao remover a
expressão “defeito físico”. Acredita-se que a primeira hipótese tenha sido a
intenção verdadeira e, como tal, interpreta-se o inciso neste artigo. A
política de exclusão atual não é segredo, como ficou evidenciado na imprensa
profana na última campanha pelo Grão-Mestrado.
Investigando-se a página da internet do GOB, na seção
“COMO POSSO TORNAR-ME MAÇOM?”, instrui sobre as qualificações para postular o
ingresso na ordem:]
Aspecto doutrinário: Estar apto a apreender conhecimentos
litúrgicos e filosóficos;
Aspecto da tradição: Estar apto; ou pronto, disposto e capacitado, “sponte SUA” (por
sua vontade).
Em seção diversa, sobre “O QUE É MAÇONARIA”, a página
oficial apresenta QUAIS: AS CONDIÇÕES INDIVIDUAIS INDISPENSÁVEIS PARA PODER
PERTENCER A MAÇONARIA?-
Crer na existência de um princípio Criador; ser homem
livre e de bons costumes; ser consciente de seus deveres para com a Pátria,
seus semelhantes e consigo mesmo; ter uma profissão ou oficio lícito e honrado
que lhe permita prover suas necessidades pessoais e de sua família e a
sustentação das obras da Instituição.
Nenhuma palavra sobre exclusão de pessoas com
deficiência. Aliás, acredita-se que já não haja impedimento legal para entrada
dos deficientes; o que se mantém é o fantasma do Landmark 18 que paira sobre a
interpretação das leis maçônicas. Estar apto, como se pode inferir pelas
informações acima, refere-se à aptidão intelectual de receber, apreender, os
conhecimentos passados.
Cabe somente à loja simbólica, no artigo 27, decidir
por deliberação, mediante votação, quem é aprovado para ser iniciado nos
mistérios da maçonaria. O Regulamento Geral da Federação (RGF) exige do
candidato: não apresentar limitação ou moléstia que o impeça de cumprir
os deveres maçônicos. No capítulo II, artigo 29, itens I a XI, encontram-se
enumerados os deveres de um maçom e a deficiência física não é impeditiva para
o cumprimento de qualquer dever do maçom.
Tendo em vista que, entre os documentos exigidos no
Regulamento Geral da Federação para aprovação do candidato, não consta mais a
exigência de atestado de saúde, uma loja, se assim desejasse, poderia fazer a
iniciação de quem fosse aprovado no escrutínio secreto, deficiente ou não.
Desse modo, paulatinamente e em segredo, o preconceito atual iria sendo
abolido, até que no Brasil, como em vários outros países, as pessoas com
deficiências pudessem ser vistas como iguais e dignas de pertencer à Ordem. Mas
não é com esse tipo de rebeldia que se quer ver deficientes sendo iniciados: o
que se deseja é vê-los entrando pela porta da frente, guiados, conduzidos,
ajudados ou não, e que se permita a eles verem a luz maçônica. Joaquim da Silva
Pires afirma que “o Candidato deve ser inclinado à assimilação
dos postulados maçônicos”, na mesma orientação do artigo 27, parágrafo 1º,
inciso II, em que consta que o Candidato deve possuir “instrução que lhe
possibilite compreender e aplicar os princípios da Instituição”. Em seu capítulo
“Os critérios para a Escolha do Candidato”, observa-se que o autor não se detém
nas aptidões físicas do profano, atendo-se à sua capacidade intelectual e
social que devem ser levadas em consideração pelo proponente, estas sim,
condições para que vingue a semente da maçonaria.
Ao fechamento de sua Obra Joaquim da Silva Pires
reitera as condições psicológicas do candidato: “…após o recebimento da Luz, que não é a simples clarificação
proveniente de lâmpadas elétricas, mas a intensidade que deverá proporcionar uma
luminosidade interior (desde que existam as indispensáveis
condições imateriais ao recebimento da luminosidade),…” (grifo nosso)
Os olhos da alma podem se abrir para a verdadeira Luz,
pois, muito além do que a visão física permite, nesse momento, a Luz é algo
muito maior e simbólico do que o mero enxergar.
A verdadeira luz, assim, permite interpretar as leis e
regulamentos de forma justa e inclusiva. Basta ter a mente aberta à evolução e
coração sensível ao bem para que se aceite entre os maçons um profano de bom
coração, desejoso de conhecer a Luz e que reúna as outras condições para a
iniciação, independentemente de sua perfeição física.
Fontes: Internet; SCRM; Antonio
Onías (In-Memorian); Helio P. Leite; Álvaro Palmeira; José Coelho da Silva; A Trolha; kennyo Ismail; Loja
Universitária Professor José de Souza Herdy; Pedra Oculta; Diego Denardi; José Ronaldo Viega Alves; Constituição do Grande Oriente
do Brasil, 1975. Rio de Janeiro, 22-05-1975; Constituição do Grande Oriente do
Brasil, 2001. Distrito Federal, 30-11-1990; Constituição do Grande Oriente do
Brasil, 2007 – última revisão em 10-09-2012; PIRES, Joaquim da silva - O
Roteiro da Iniciação de Acordo com o Rito Escocês Antigo e Aceito, 1ª ed.
Londrina: Ed. Maçônica “A Trolha”, 2011; ir.’. Valney (RB). Fatos e nomes
omissos? Favor contatar-nos para a devida observação.
Finalizando, meus amados irmãos, cumpre-me dizer que o Supremo
Conselho do Rito Moderno, na competentíssima e moderna gestão do nosso querido
e poderoso Soberano Grande Inspetor Geral, irmão Pasquale Mignela Filho, dos
queridos irmãos Alberto Cosme Braga, Grande Secretário, Joaquim Carvalho,
Grande Secretário da Administração, Vlademir Spinelli dos Santos, Grande
Chanceler e demais componentes da alta cúpula, não mede esforços para que o
Rito Moderno seja conhecido em seu mais profundo teor de conteúdo, promovendo
para tanto, ciclos de palestras e congressos e promovendo a integração entre os
Ritos Regulares e reconhecidos pelo Grande Oriente do Brasil através de
Reconhecimento e Equivalência de Graus, a exemplo do ocorrido, como segue:
a) Em Salvador,
no dia 19/09/2015, através da Delegacia do Rito Moderno Bahia e Sergipe,
Outorga do Grau 9, Cavaleiro da Sapiência – Grande Inspetor do Rito, ao querido
irmão Guglielmo Dias Mascarenhas.
b) Em São Paulo,
no dia 25/09/2015, em Sessão Magna Pública para entrega da Comenda do Mérito
Maçônico “Defensor Perpétuo do Rito Moderno” ao Eminente Irmão Benedito Marques
Ballouk Filho, Grão-Mestre Estadual de São Paulo, idem aos Irmãos Kamel Aref Saab,
Grão-Mestre Adjunto e Márcio França, Vice-Governador do Estado de São Paulo,
culminando com a entrega do Título “Cruz da Perfeição Maçônica” ao Irmão
Joaquim Cândido de Carvalho Netto, Grande Secretário de Administração do SCRM,
outorgado pelo Grande Oriente do Brasil pelos mais de 40 anos de serviços
prestados à Ordem;
c) Em Salvador,
no dia 09/10/2015, na Sede do GOEB, quando tiveram as suas equivalências e
reconhecimento de graus os irmãos, Grão-Mestre Estadual Silvio Souza Cardim,
Deputado Federal Alexandre da Silva Monteiro e Deputado Estadual Luciano Pinto
de Sepulveda,
d) Em São Paulo, no dia 24/10/2015, no Templo do Sublime Capítulo Regional Paulistano, o mesmo ocorreu com nosso
Grão-Mestre Geral em exercício, Eurípedes Barbosa Nunes, hoje, também, Grau 9 –
Cavaleiro da Sapiência – Grande Inspetor do Rito.
e) Em Salvador, no dia 28/10/2015, Palestra
sobre o Rito Moderno – Seus usos e costumes, pelo Delegado do Rito Moderno –
Bahia e Sergipe, Eminente irmão Cleber Tomas Vianna, na Delegacia Litúrgica do
REAA, em Sessão do Colégio dos Grandes Inspetores Gerais do Grau 33 do REAA,
com a presença dos presidentes das Lojas de Perfeição, Capitulares, Kadosh,
Consistório e Colendo Colégio, Sebastião Alves Vieira, José
da Silva Lima, Carlos Aragão da Silva (representado), Gerson de Carvalho, Capitão Guilherme Aguiar de Oliveira,
respectivamente, e o Delegado Litúrgico do REAA da Bahia,
também Secretário de Ritualística do GOEB, Eminente irmão Coronel Elísio
Francelino da Silva, demais autoridades e irmãos.
f) Em 06/11/2015, recebemos
prerrogativa para Outorgarmos o Reconhecimento e Equivalência de Grau 33 ao
Grau 9 do Rito Moderno, dos queridos irmãos Edward dos Santos, Delegado do
Excelso Conselho Adonhiramita no Brasil e Pedro Cardoso Neto, Secretário de
Previdência e Assistência do GOEB. Cerimônia belíssima realizada em Feira de
Santana no Templo da A R L S Sabedoria, Luz e União.
g) No
dia 05.12.2015 foi realizada Palestra sobre o Rito Moderno – Seus usos e
costumes, pelo Delegado do Rito Moderno – Bahia e Sergipe, Eminente irmão
Cleber Tomas Vianna, na Sessão de Encerramento dos Corpos
Filosóficos de Feira de Santana-BA: Loja de Perfeição Centenário; Sublime
Capítulo Rosa Cruz Visconde de Cairú; Ilustre Conselho Filosófico de Kadosch Nº
36 e o Mui Pod.´. Consistório de PPr.´. de Real Segredo Nº 44, sob a
presidência do Mui Pod.´. Ir.´. ELÍSIO FRANCELINO DA SILVA,
Delegado Litúrgico do Rito Escocês Antigo e Aceito da Bahia.
Estiveram
presentes também IIr.´. dos Ritos Brasileiro, Adonhiramita e Moderno oriundos
dos Climas de Feira de Santana, Alagoinhas, Riachão do Jacuípe e Capim Grosso.
Autoridades
Maçônicas Presentes:
Ir.'. ELÍSIO FRANCELINO DA SILVA,
Delegado Litúrgico do Rito Escocês Antigo e Aceito; Em.'. Ir.'. HIPÓLITO
PEIXINHO DA
SILVA 33º, Delegado
Litúrgico do Rito Brasileiro para a 3ª DLRB/BA; Ir.'. CLEBER
TOMAS VIANNA, Delegado Litúrgico do Rito Moderno; Ir.'. ABELARDO PLÁCIDO DA SILVA 33º - Comissão de Graus; Em.'. Ir.'.;
Ir.'. MAURÍCIO JOSÉ RODRIGUES 33º, Presidente da Loja de Perfeição
Amadeu Pereira do Nascimento - Senhor do Bonfim/BA (REAA); JOSÉ
DA SILVA LIMA 33º, Presidente do
Capítulo Rui Barbosa (REAA) - Salvador/BA.
Compareceram
à Sessão os seguintes Altos Corpos com seus presidentes e/ou membros:
Em.'. Ir.'. MARCOS ANTONIO DE SÃO PEDRO 33º,
Egrégio Mestre do Colendo Alto Colégio ADALBERTO
DANTAS LOPES Nº 220, ao Clima de Feira de Santana/BA; Em.'.
Ir.'. JOSÉ CARNEIRO DE OLIVEIRA 33º;
Gr.'. Prior do Pod.'. GR.'. CONS.'. DE KADOSCH FILOSÓFICO DR.'.
BRAULIO BEZERRA DE MENEZES Nº 119, ao Clima de Feira de Santana/BA; VALDEMIR SILVA BASTOS 33º, Artezata do Ilustre e Sublime
Capítulo MANOEL D'AJUDA ROCHA E SILVA Nº 31;
ao Vale de Feira de Santana/BA; Em.'. Ir.'. LUIZ ROGÉRIO DA SILVA 33, Artezata do Il.'. Subl.'. Cap.'. EVILAZIO
MASCARENHAS RIOS Nº 43, ao Vale de Riachão do
Jacuípe/BA; e, ainda, a presença de membros do Il.'. e Subl.'. Cap.'. EUCLIDES
SANTANA E SILVA Nº 18, ao
Vale de Alagoinhas.
Pela atenção, meus respeitos e admiração a todos,